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CANALIZAÇÃO:
A Verdade
Sobre o DNA
(Mensagem de Kryon
canalizada por Lee Carroll em
Hasbrouck Heights, New
Jersey, em 13 novembro de 2004)
(Posteriormente, em um processo de re-canalização sobre a transcrição da
canalização, Kryon efetuou adições e melhorias, através de Lee Carroll.
Isto foi feito para dar mais valor à palavra escrita e para aclarar
conceitos que foram transmitidos energeticamente durante a canalização ao
vivo)
Saudações,
Queridos e Amados! Eu sou Kryon, do Serviço Magnético, como já lhes disse
tantas vezes, embora tal atributo não represente tudo o que sou, pois eu
sou um irmão e uma irmã; sou parte de vocês e vocês são parte de mim,
mesmo que vocês não o compreendam ou saibam. Mas quando vocês saem da
caixa das quatro dimensões, todos vocês o sabem.
Alguns
de
vocês
têm
ponderado
minhas
palavras
e vislumbrado
além delas, sentindo os
abraços
de
um
irmão
ou
uma irmã,
ou
talvez
a
própria
atemporalidade de
quem
vocês
realmente
são?
E se
vocês estão
entre os
que
sentiram
isto, é
porque esta
sempre
foi uma
expressão da
verdade.
Todos
somos
igualmente
sagrados -
partes
integrantes
daquilo
que
vocês chamam de
Deus.
De
fato, trazemos a
vocês
conceitos
que
não
são
novos,
mas
que
ainda
intrigam
aqueles
que
são
por
demais
quadridimensionais. Encontramo-nos
pois
nesta
doçura
de
lugar,
e
eu
os conheço a
todos! Conheço os
jovens
que
estão começando
sua
vida,
mas
que
sabem
muito
mais do
que
sabiam os
jovens da
geração
de
apenas
uma
década
atrás...
Conheço
também os
Trabalhadores
da
Luz
mais
maduros,
que
até
aqui
vieram e se sentem revigorados
pela
sensação
de
proximidade
com
a
Espiritualidade.
E
assim
é
que
todos
vocês,
jovens
e seniores, têm
algo
em
comum:
a
Consciência
Divina
em
seu
DNA.
Atemporais e
eternos,
todos
vocês.
Apenas
assumem
diferentes
expressões
biológicas no
presente
momento.
Em
outras
circunstâncias,
poderiam encontrar-se
um
com
o
outro
e compartilharem
suas
vivências,
como
se
sempre
tivessem se
conhecido
um
ao
outro,
sem
qualquer
lacuna
entre
seus
interesses
ou
sua
maturidade.
Este
é o
reconhecimento
de
que,
em
determinado
nível,
a
idade
não
é
importante,
e
não
faz
diferença.
Até
mesmo
a
experiência
de
vida,
naquele
patamar,
também
não
faz
diferença.
Tal
é a
conexão
divina
que
une a
todos
vocês.
E
eu
sei
quem
vocês
são!
E
não
é
porque
eu
tenha escutado
suas
meditações
ou
porque
algum
de
vocês
orou
para
a
Espiritualidade.
É
porque
a
própria
Espiritualidade
está
sobre os
ombros de
vocês,
sabiam?
Vocês
são
parte
de uma
coletividade
quântica - uma
energia
onisciente
e
toda
Amor,
que
sabe
exatamente
pelo
quê
vocês
estão passando - os
medos, os
desafios,
as
perguntas.
Na
próxima
vez
em
que
meditarem, tentem o
seguinte: Sentem-se no
chão
e
não
digam uma
só
palavra.
Não
pensem
sobre as
coisas
que
estão tentando
fazer
ou
sobre
as
coisas
que
almejam,
pois
o
parceiro,
a
quem
chamam de
Deus,
tudo
sabe.
Vocês se esquecem
de
que
vivemos
cada
momento
com
vocês.
Sua
experiência
de
vida
sobre
a
Terra
é
muito
mais
importante
do
que
pensam. Os
arranjos
ou
configurações
que
vocês
estão vivenciando
agora,
ou
seja, os
desafios
que
enfrentam e as
decisões
que
terão
que
tomar
quando
caminharem
para
fora deste
espaço,
são
as
coisas
mais
importantes
no
universo
para
nós…
assim
como
elas
o
são
para
vocês.
Pois
vocês
são
os desbravadores - os faróis do
amanhecer,
que
atravessaram a
escuridão.
Vocês
são
aqueles
que
reservaram
hoje
este
tempo,
para
ver
se
algo
nisto
tudo faz
qualquer
sentido.
Pois
aqui
estão
aqueles
que
fizeram uma
diferença
neste
planeta, e
vocês os celebram. E
aqui
também
estão
aqueles
que
se sentem
tão
comuns!
E
eu
digo a
vocês: “Vocês estão contribuindo
para
mudar
o
planeta,
da
mesma
maneira
que
Yawee está.” [Referência
de Kryon ao
apelido
do Dr. Todd Ovokaitys,
que
apresentou
palestra
sobre
sua
viagem
à África do
Sul,
descrevendo a
calorosa
recepção
que
lá
recebeu
pela
pesquisa
que
desenvolve
sobre
a
AIDS.]
A
mensagem de
hoje
será
novamente
sobre
biologia
e, é
claro,
científica
[algo
que
que
se tornou
padrão
para
os
encontros
anuais
na
Costa
Leste].
As
informações
aqui repassadas
serão
transcritas, e
eu
lhes
garanto
que as mesmas
virão a
ser
validadas
dentro dos
próximos
três
anos
pela
própria
ciência.
E,
com
antecedência,
eu
as ofereço
aqui! (sorrindo)
Mas
trata-se
mais do
que
apenas
previsões,
pois
quando
falamos
sobre o DNA
Humano, referimo-nos a uma
força
que
vocês
ainda
não
compreendem
plenamente.
Antes
de iniciarmos, façamos uma
pequena
pausa...
Pois
este
é
um
momento
espiritual…
de
intensa
doçura…
o
que
quer
que
isto
signifique
para
vocês.
Talvez
vocês
mergulhem
introspectivamente,
tocando o
Eu
Superior
de
vocês
de
tal
maneira,
que
adquiram
um
amplo
entendimento
da
ciência
que
lhes
será
hoje apresentada.
E se
vocês
estão
aqui
como
cientistas,
esta
mensagem é
oferecida a
vocês
com
todo
amor.
Nós
lhes
passaremos
informações
sobre
o
que
está
para
ser
descoberto
no
planeta
de
qualquer
maneira,
mas
nós
adoramos fazê-lo,
para
que
vocês
possam
dizer
que
as ouviram
aqui
primeiro!
Discussão
sobre
o DNA
Vocês
continuam a
estudar o DNA
como se
este
fosse uma
coisa
estática,
como
se fosse uma
fórmula
ou
um
postulado
científico.
Logo
explicarei
este
comentário.
Mas
quando
meu
parceiro
começou
este
trabalho,
ele
não
falava
muito
sobre DNA.
Agora,
porém,
com
o realinhamento da
grade
magnética,
quase
só
falamos
sobre
isso! O
que
aconteceu
desde
então
e o
tempo
presente
desta
sua
linha
temporal
é
impressionante!
[16
anos]
Surpreendente, de
fato,
não
apenas
do
ponto
de
vista
de
sua
própria
ciência,
mas
também
do
esotérico,
pois
que
agora
estamos
até
mesmo nomeando as
camadas
do DNA,
com
nomes no
idioma
hebraico.
Alguns
têm indagado, “Por
que
estes
nomes
são
em
hebraico?
Por
que
não
numa
língua
mais
antiga
como
a de Lemúria
ou
a da
Suméria?”
E a
resposta
é: Se
vocês pudessem
descobrir
um
dicionário
de
sumério
ou
lemuriano,
talvez o fizéssemos…
mas
não
existem
tais
dicionários.
De
tal
forma
que,
das
principais
línguas do
planeta,
aquela
que é a
mais compreendida, a
mais
profunda,
e
que
carrega as
sementes da
criação,
tal
língua
é o hebraico. E
este é o
trabalho
que
estamos fazendo e,
em
breve,
a
própria
ciência
estará realizando,
pois
os
cientistas
entendem a
profundidade
do
tema.
Estamos
começando a
identificar
para
vocês
as
camadas
do DNA, tentando passar-lhes uma
noção interdimensional de
como
todas estas
camadas se encaixam.
Tarefa
quase
impossível,
pois
para
vocês
‘doze’ é
sempre ‘doze’.
Assim
como
‘um’
e ‘dois’
e ‘três’
e ‘quatro’,
todos
numa
seqüência
linear.
Só
que
as
camadas
do DNA
não
são
assim!
Elas
existem uma
em
cima
da
outra,
interpenetrando-se de
maneiras complexas.
Por
exemplo:
nós
lhes
dissemos
que as
Camadas
Quatro
e
Cinco
estão
sempre
juntas, e
somente
podem
trabalhar
juntas.
E há
aqueles
que
perguntam, “Mas
porque
é
que
elas
só
podem
trabalhar
juntas?
Se
este
é o
caso,
por
que
não
constituem
apenas
uma
única
camada?
Por
que
duas,
que
não
podem
ser
separadas?” E a
resposta
é: “Sim.”
[risos]
É
impossível
descrever
cores
àqueles
que
nunca
as viram. É
impossível
descrever
coisas
interdimensionais
àqueles
que
estão
somente
em
quatro
dimensões.
Também
lhes
falamos
sobre
dois
tipos de
camadas
do DNA
que parecem
similares:
ambas lidam
com
os
Registros
do Akasha.
Mas
uma destas
camadas
é
pessoal
e a
outra
é
universal.
E
elas
constantemente
se tocam uma à
outra, intercambiando
informações.
Além
disso, ambas tocam a
Camada
Um,
a
qual
vem a
ser
a
camada
biológica quadridimendional.
Elas estão
sempre
“tocando” todas as outras, de
forma
que
são
todas interativas.
Vocês
não
podem colocá-las numa
caixa,
dar-lhes
nomes
e
descrever
o
que
fazem…
mas
eu
o farei, de
qualquer
maneira,
para
ajudá-los
em
seu
entendimento.
Vou
lhes
falar
sobre
uma
outra
camada
esta
noite, e
vocês
novamente
vão
querer
colocá-la numa
caixa...
Alguns dirão: “Kryon falou
sobre
tal
camada,
e
ela
é
muito
interessante, e faz
isto
e
aquilo...”
-
como
se as outras
não
o fizessem. Todas
elas
são
unidas! Repetimos, é
como se fosse uma
sopa.
Vocês
estão
prestes a
saborear
informações
sobre
o DNA. Os
ingredientes
estão
lá,
mas
eles
não
se rotulam
para
vocês.
Eles
simplesmente
existem e trabalham
em
conjunto,
a
fim
de criarem
nutrição e
sabor,
inclusive
prazer.
Tal
se dá
com o DNA, e
antes
que
nos
lancemos a esta
discussão,
oferecemos
mais
uma
vez
o
seguinte
lembrete
a
vocês.
O
que
quer
que
lhes
digamos, lembrem-se: é
apenas uma
fração
da
estória.
Examinando
o DNA
Comecemos
concentrando-nos
nos
aspectos
químicos.
Muitos
de
vocês
não
são
cientistas,
de
forma
que
nos
expressaremos
em
linguagem
comum.
Imaginem o DNA
por
um
momento…
um
par
retorcido de nucleotídeos, suspenso
em
uma super-estrutura de
açúcar.
Há
um
punhado
deles
quando
vocês começam a observá-los,
mas há
somente
quatro
partes
que
freqüentemente
se repetem, e de
maneiras
tão
variadas, o
que
é
realmente
intrigante:
estão envolvidos
três
bilhões
de
pares
de
bases
[nitrogenadas].
Supõe-se
que
este
número
enorme
de
pares
de
bases
componha
todo o
genoma
humano,
algo
que
vocês
recentemente
“mapearam”, e de
quê
devem orgulhar-se.
Mas
o
que
eu
pretendo
lhes
mostrar
esta
noite
é...
que
vocês estão
dentro
de uma
caixa
e
que
sua
percepção
é distorcida!
Mesmo neste
estudo
inicial
de mapeamento do DNA,
sua
percepção
é distorcida.
Vocês acham
que
sabem
como
ele
funciona,
mas
na
verdade
não
sabem, procurando
apenas
aquilo
que
esperam
descobrir,
pois
acham
que sabem
como a
coisa
funciona.
Três
bilhões
de
pares
de
bases!
Sim,
o
mapa
do
genoma
foi concluído,
mas
é
como
se fosse
editar
um
livro
numa
língua
estrangeira
que
vocês
nunca
viram.
Enfim,
vocês foram
capazes
de
imprimir
cada
página
e podem
visualizar
cada
uma das
letras.
Mas
agora
é
hora
de interpretar esta
língua
desconhecida
e
compreender
o
que
diz
este
mapa
do
Genoma
Humano.
E é
aí
que
entra
aquele
viés
de
percepção
de
que
falamos,
pois
imediatamente
os
cientistas
começam a
dizer:
“Percebemos a
existência
de
toda
uma
codificação
e de
toda
uma
química,
mas
parece
que
somente
três
por
cento
delas estão fazendo alguma
coisa,
afinal
de
contas!
Podemos
dizer
que
estes
três
por
cento
estão fazendo
algo,
porque
são
as
partes
do DNA codificadas
por
proteínas,
as
quais
criam os
genes
do
Genoma
Humano.
O
resto
(noventa e
sete
por
cento)
não
parece
estar
fazendo
qualquer
coisa.”
E os
biólogos prosseguem, dizendo: “Não
vai
ser
difícil
encontrar
as
respostas
de
que
precisamos,
porque
descobrimos
que
somente
três
por
cento
do DNA
efetivamente
fazem alguma
coisa,
ou
seja, há
apenas
cerca
de 40000
genes
que
são
criados
a
partir
destes
três
por
cento
de
partes
codificadas
por
proteínas.
Podemos
agora
começar
a
descobrir
o
que
faz o
corpo
trabalhar,
e
jogar
fora
toda
a
pilha
de DNA
não
codificado
por
proteínas,
porque
praticamente se
trata
de
remanescentes
de
milhares
de
anos
de
evolução.
De
fato,
vamos chamá-la de ‘lixo’.”
E,
assim, a
ciência
rotulou de “lixo” noventa e
sete
por
cento
do DNA de
vocês...
Ora,
há várias
coisas erradas nesta
estória,
mesmo
considerando
sua
própria
lógica
e
realidade
quadridimensionais. Vamos
estudar
apenas
uma
ou
duas destas
coisas.
Mas
primeiro
diremos o
porquê de os
cientistas
assim
pensarem.
Em
resumo,
o
que
eles
dizem é: “Obviamente, esta
parte
não
codificada de DNA é o
que
restou do
processo
de
desenvolvimento
humano.
Não
é
mais
necessária
e
não
é
mais
utilizada. É
lixo.
De alguma
forma
o
Humano
antigo
precisava dela,
porém
não
mais.”
E é
assim
que
eles
tentam
provar
tal
lógica,
dizendo: “Se uma
cebola
tem 36
bilhões
de
pares
de
bases…
doze
vezes
o
tamanho
do
Genoma
Humano,
é
óbvio
que
o DNA dela
também
contém
um
monte
de
lixo.”
E nesta
linha de
raciocínio,
prosseguem: “As
cebolas
não
constituem
termo
de comparação
para
a complexidade do
ser
humano,
então
obviamente a
natureza
criou
ainda
mais
DNA-lixo
para
este
vegetal
que
os
próprios
seres
humanos
o fizeram.
Talvez
seja
como
a
natureza
trabalha.
As
cebolas
não
são
inteligentes
como
os
seres
humanos.”
Será?
Só gostaria
que
vocês
atentassem
para o
fato de
que
as
cebolas
não
guerreiam. [risos] Caiam
fora
da
síndrome
do “Acho
que
sei
como
funciona.” As
cebolas
podem
ser
muito
mais
complexas do
que
vocês
acham. E se nelas houver
instruções
impressas, de
forma
que
o
próprio
fato
da
nutrição
e
sua
rica
relação
com
Gaia
sejam
aspectos
ainda
mais
profundos?
Ainda
mais
complexos,
em
determinado
nível
interdimensional, do
que
certas
coisas
pelas
quais
vocês passam
enquanto
seres
humanos?
Já
pensaram alguma
vez
sobre
isso?
Talvez
haja
um
propósito
oculto
para
as
cebolas...
um
propósito
que
requeira uma
conexão
com
todos
os
vegetais
do
planeta!
Estes
noventa e
sete
por
cento
do DNA
Humano
NÃO
são
lixo.
Contemplemos a
própria
natureza
por
um
momento.
Quantos
de
vocês
já
estudaram o belíssimo
processo
de
mudança
natural
a
que
vocês
chamam
evolução? De
fato, a
evolução
moldou
profundamente o
planeta, e o
próprio
processo
da
vida
é
muito
eficiente.
Vocês
podem percebê-lo
em
operação
dentro
de determinadas
espécies, ao
longo
de
seu
próprio
período
de
vida.
Os
biólogos
lhes
dizem
que os
peixes
que
vivem no
fundo dos
oceanos
não
mais
requerem
olhos, de
forma
que
os perderam. As
criaturas
que
não
mais
precisavam de
pernas desenvolveram
nadadeiras...
e
vice-versa.
Tais mudanças
nem
sempre
levam
muito
tempo. É
algo
que
vocês
podem
inclusive
ver
em
andamento
nos
insetos,
quando
alguns
destes alteram
suas
cores
para
fins
de
sobrevivência,
ao
longo
de várias
gerações, de
forma
a acompanharem o
que
está acontecendo
com
o
meio
ambiente,
ou
mesmo
mudanças
que estejam
ocorrendo
com
seus
predadores.
Como
vocês
vêem, a
evolução é
muito,
muito
eficiente.
Ela
não
desperdiça
ou
deixa
refugos,
e está
sempre
em
‘modo
de
sobrevivência’.
E
eu
lhes
pergunto,
como
isso
se encaixaria num
modelo
de DNA
com
“noventa e
sete
por
cento
de
lixo”?
Vocês
realmente
acreditam
que
sua
biologia
evoluiu de
forma
tão
preciosa
e
bela,
com
a
ajuda
das
sementes
[estelares]
das “Sete Irmãs” [a
Constelação
das
Plêiades],
para
que
aqui
vocês
estivessem
com
“noventa e
sete
por
cento
de
lixo”?
Não.
Não
é
assim
que
funciona.
E
vocês poderiam
perguntar:
“E
então,
Kryon,
como
é
que
funciona?”
E esta é a
primeira
metáfora
do
dia:
Vocês
identificaram todas as
letras do
código
do DNA,
mas ficam tecendo
suposições
sobre
elas,
e esta é uma das
piores: É
como
se
vocês
tivessem
decidido, a
partir
das profundezas de
sua
sabedoria
e de
todo o
seu
saber,
que
a
única
letra
importante
do DNA é a
letra “e”. (Lembrem-se,
isto
é
apenas
uma
metáfora.)
Desta
forma,
portanto,
as únicas
palavras do DNA
em
que
vocês
vão
prestar
atenção,
dentre
três
bilhões
de
pares
de
bases,
serão
aquelas
palavras
que
contêm
em
si
a
letra
“e”! “Afinal,
todos
sabem
que
as
palavras
que
não
contêm “e”
são
lixo!”
Sua
limitação,
com
base
nesta
infeliz
suposição,
é
que
esta
percepção de
como as
coisas
provavelmente funcionam os
leva a
eliminar
todas as
letras,
exceto
a
letra
“e”. Nesta
metáfora, esta
letra
representa a
idéia
que
vocês
têm
sobre
o modus operandi dos
genes,
sendo os
genes os
próprios
blocos
de
construção
da
vida
e a
única
química
ativa
que
vocês
conseguem
ver
em
ação.
Ademais,
sua
ciência
diz
que
os
genes
são
quimicamente montados a
partir
do DNA
codificado
por
proteínas.
Se
vocês
não
vêem os
códigos protéicos,
ou
as
letras
que
compõem os
códigos protéicos,
não
irão
obter
quaisquer
genes,
que
vocês
supõem sejam os
únicos
blocos
importantes
de
construção
da
vida.
Portanto,
com
tal
argumentação,
se
não
houver
códigos protéicos
dentro
de
determinada
parte
do DNA, conclui-se
ser
lixo a
mesma.
Em
outras
palavras,
ignorando a
própria
história
da
evolução,
vocês
prejulgaram
como seria o
funcionamento
do DNA, decidindo o
que
é
ou
não
importante,
com
base
naquela
premissa.
E o
que
desejamos
lhes
dizer,
queridos
Seres
Humanos,
é
que
o “lixo”…
aqueles
noventa e
sete
por
cento,
é
onde
está o
ouro...
Está no RNA.
Pois
existem
mais
de 120000
genes no
Genoma
Humano.
E
algum
dia
vocês
constatarão
que
estamos
corretos,
porque
se
vocês
contarem
somente
as
letras
“e”, encontramos
apenas 40000! (retornando à
metáfora
sugerida) Observem
este
quebra-cabeças
da
seguinte
forma:
As
porções
de DNA codificadas
por
proteínas
são
a
argamassa
e os
tijolos
para
os
edifícios
da
vida,
os
quais
são
constantemente
construídos
dentro do
corpo.
A
genealogia,
que
vocês
tão
diligentemente
estudam, representa
apenas
proteínas
codificadas,
ou
seja,
somente
os
tijolos
do
edifício.
A
inteligência
do
projeto,
e a
parte
que
representa as próprias
instruções,
é o RNA,
que
vem a
ser
a
maior
parte
do DNA de
vocês...
mas
não
está organizada de
maneira
linear,
e
portanto
vocês
não
vêem codificações
que
façam
sentido.
Na
linearidade,
vocês
esperam
que as
palavras do DNA apresentem uma
certo
padrão,
assim
como
em
matemática
ou
na
programação
de
computadores.
Quando
vocês
analisam
determinado
código,
este
normalmente
vem indicado
com
marcadores
de
início
e
parada,
ou
seja,
indicadores
que
são
lineares.
Ocorre a
mesma
coisa
em
biologia,
exceto
pelo
fato
de
que
vocês
somente
podem
observar
os
marcadores
lineares
em
três
por
cento
do DNA.
Já
dentro daqueles noventa e
sete
por
cento
que
constituem o RNA,
não
há uma
codificação
que
faça
sentido,
pois
esta
parte
é interdimensional,
escrita numa
linguagem
interdimensional, a
qual
não
fará
qualquer
sentido
para
ninguém,
até
que
vocês
comecem a
aplicar
uma
matemática
de base-doze.
Somente
então
um
padrão
e uma
grade
se revelarão.
Vocês começarão a
perceber
as
partes
que
se repetem, e há muitas delas.
Vocês começarão a
correlacionar
o RNA e as
instruções
que
são
repassadas àquela
genealogia
que
é codificada
por
proteínas.
Os
códigos
de
instruções
se distribuem
por
doze
camadas
ou
níveis.
E
eu
agora
lhes
pergunto: se
vocês desejassem
realmente
estudar
o DNA,
vocês iriam
querer
saber
acerca
de
tijolos,
ou
gostariam de
conversar
com
o
pedreiro
que
os está assentando? A
resposta é auto-evidente.
Todavia,
vocês
ficam estudando
somente
os
tijolos,
e as
formas de
substituí-los
caso
sejam danificados.
Vocês parecem
não
se
importar
em
estudar
as
camadas
de
tijolos
ou
o
projeto
em
si.
“Kryon,
qual
é o
segredo
desta
comunicação
com
o RNA?
Você
diz
que
existem
conjuntos
de
instruções,
mas
como
estes
se comunicam?
Como
eles
comunicam
com
as
camadas
que
não
podemos
ver,
as
quais
são
interdimensionais?” A
fim
de
responder
a estas
questões da
melhor
maneira
que
pudermos, precisaremos
apresentar
mais
uma das doze
camadas do DNA.
Camada
Nove
do DNA
Estávamos aguardando
este
momento
de
apresentar
a
vocês
a
Camada
Nove
do DNA. Ah, esta é uma belíssima
discussão!
E esperamos
por
muito
tempo
para
lhes
falar
sobre
a
Camada
Nove.
Como
vocês
sabem, o “nove” representa
conclusão
-
ele
completa
a
estória
sobre
a
Camada
Um.
Nós
lhes
dissemos
que
isso
poderia
ser
confuso, e
um
bocado
interdimensional.
A
Camada
Nove
é
chamada
“Shekinah Esh”. Shekinah Esh.
Traduziremos esta
expressão
à
nossa
maneira,
como
“A
Chama
da
Expansão”.
Esta é a
Camada
Nove.
Falemos
sobre o
que
ela
é e o
que
ela
faz.
Como
as outras, trata-se de uma
camada
interdimensional, e esta é uma
informação
esotérica
que
nunca
poderá
ser
provada
em
sua
vida
atual.
Mas
alguns
de
vocês
perceberão
como
ela
é a
plena
verdade,
pois
a
Camada
Nove
é
exatamente
o
que
está faltando na
Camada
Um!
Poder-se-ia
dizer
que
a
Camada
Nove
é o
que
faz
aquele
“lixo”
funcionar!
E
quando
colocamos
juntas as
Camadas
Nove
e
Um,
obtemos a
conclusão
da
comunicação
com
o restante das
camadas interdimensionais.
Aqueles
grupos
de
instruções
no RNA, os
tais noventa e
sete
por
cento,
constituem
instruções
para
todo
o DNA,
não
somente
a
Camada
Um.
A
Camada
Nove,
portanto,
é a
ponte. A
Chama da
Expansão.
Esta é a
ponte
para
a
ascensão…
para
a
cura,
para
a
mestria,
para
a auto-estima. É
aquilo
que
buscam
alcançar
quando
contatam a
Malha Cósmica,
pois
esta é a
energia da
Camada
Nove.
E há
mais:
Expansão.
Se
alguém
dissesse: “Meu
DNA está se expandindo”,
alguns diriam: “Vamos
já
para
o
hospital!”
[risos]
E
qual
é o
preconceito
aqui?
Vocês
não
supõem
que o DNA possa se
expandir.
Vocês
desejam
permanecer
como
são
agora,
não
é
mesmo?
De
forma
que
um
DNA
em
expansão
poderia
parecer
um
horrível
problema!
Mas
isto
é, na
verdade,
o
que
o DNA foi projetado
para
fazer.
A
Camada
Nove
tem
inclusive
seu
próprio
“santo
patrono”:
Saint-Germain. E a
Chama
que
descrevemos é a
própria
Chama
Violeta
de Saint-Germain,
que
representa
cura,
poder,
mudança
e ativação. É a
única
camada
de DNA
que se conecta
com
um
Ser
Espiritual
desta
maneira. É a
Chama da
Expansão
- Shekinah Esh - a
ponte
para
aquilo
que
vocês
chamam
Mestria. De
fato,
todos
os
mestres
que
caminharam
sobre a
Terra
tinham o
mesmo DNA
que
vocês
têm,
mas
sua
Camada
Nove
era
ativada
e vibrante.
É
importante
entender
que
isto
é
verdade,
por
mais
esotérico
que
pareça. Existe
realmente
uma
camada
de DNA
responsável
por
conectar
as
camadas
dos
blocos
de
construção
biológica
com
os
conjuntos
de
instruções
do
Universo.
A
ciência
agora
diz
que
existem onze
dimensões.
E
nós
dizemos
que
são
doze (12
que
são
óbvias, e outras 24
que
não
são).
Pois
sua
própria
ciência
já
compreende as
implicações
da
física
interdimensional. É
hora de aplicá-la
também
à
biologia.
“E
como
transformamos
isto
em
informação
prática,
Kryon?”
Já
lhes
direi. Na
própria
medida
em
que
vocês
visualizam estas
coisas
que
lhes
apresento,
isto
lhes
ajuda
a verdadeiramente
compreender o
que
se
passa
dentro
de
vocês.
Vocês
não
precisam
entender
de
química
para
realmente
perceber
a
união
destas duas
camadas. A
Camada
Nove
e a
Camada
Um
geram
um “dez”
em
numerologia,
o
qual
se reduz a “um”,
que
energeticamente representa
novos
começos.
Quando
vocês
aplicam a
numerologia
ao DNA e a analisam, começam a
obter
significados
ainda
maiores
-
informações
sobre
o
que
a
Camada
Um
faz
quando
combinada
com
as outras
camadas.
O
mesmo
acontece aplicando-se
numerologia
básica
a
camadas
sobre
as
quais
já
falamos.
Por
exemplo, as
Camadas
Quatro
e
Cinco
sempre
trabalham
juntas,
porque
somam “nove”. E
este “nove”
trabalha
com
o “nove”
que
acabamos de
lhes
apresentar,
que
trabalha
com
o “um”
há
pouco
mencionado.
Complexo?
Sim.
E
ainda
há
mensagens
ocultas
sobre
como
tudo
isto
funciona,
até
mesmo
em
termos
numerológicos
básicos.
Uma
Visualização
Mas
ainda
não
terminei. Quero
levar
vocês a
um
lugar
no
interior
do
próprio
DNA,
como se
vocês fossem do
tamanho
aproximado de
um
nucleotídeo.
Desejo
que
vocês
contemplem a
vastidão desta
entidade biológica. Venham
comigo
até
esta
sala
escura,
onde
iremos
observar
o DNA.
Nesta
visualização,
imaginem
por
um
momento
que
vocês
lá
estão, vendo-o
em
toda
a
sua
maravilha
e
glória.
Algo
complexo.
E
enquanto
vocês
“assistem à
cena”, vou
lhes
dar
duas
dicas
sobre o DNA,
assunto
levantado
apenas numa
única
ocasião
anterior.
Existe
muito
mais envolvendo o DNA do
que
vocês
pensam.
Agora quero
que
vocês
desliguem a
luz…
nenhuma
luz
mesmo.
O
mais
escuro
possível...
total
escuridão.
O DNA
ainda está
ali,
com
vocês
sentados, observando.
Mas
vocês
não
podem
ver
coisa
alguma.
Agora
eu
quero
que
vocês amplifiquem
seu
sentido
da
vista.
Quero
que
vocês o tornem 12000
vezes
mais
sensível
do
que
é.
Vocês
vão
começar
a
ver
algo,
mesmo
que
esteja
totalmente
escuro. O DNA
cria
luz!
Vocês
vão
vê-la. A
sala vai se
iluminar
e o DNA
começa
a
brilhar.
O DNA
cria fótons e tem
sua
própria
fonte
de
energia.
O DNA é
ativo.
Não
somente
isso,
pois
agora
eu
quero
que
vocês elevem
sua
audição
para
a
faixa
de
freqüência
dos
megahertz,
e
para
um
nível
de
sensibilidade
bem
além
daquele do
ser
humano,
ou
mesmo
do de
um
cão.
Quero
que
vocês
ouçam
tudo
que
for
possível,
conscientizando-se de
que
o DNA
não
somente
está criando
sua
própria
luz,
como
também
está cantando! Na
faixa de
freqüência
dos
megahertz,
o DNA
cria
sons,
ou
pelos
menos
aquilo
que
vocês
chamariam
vibrações.
E
ele
o faz
por
si
só.
Um
único
filamento,
o
qual
contém
todos os 12
correspondentes
filamentos
interdimensionais,
cria
luz
e executa
canções.
E
vocês poderiam
comentar:
“Bem,
é
tudo
muito
adorável,
Kryon.
Mas
o
que
fazemos
com
isso?”
O
que
estou
lhes dizendo é
que
vocês
irão vê-lo no
laboratório,
se
assim
desejarem.
Vocês
efetivamente
podem
ver
o DNA
gerar
luz
e
vibrar
numa
freqüência
além daquela
que
esperariam.
Tais
fatos
não
são
compreendidos, e
nunca foram notados. O DNA vibra e
literalmente
cria
energia
sônica.
Algo
prático,
que
vocês
agora
podem
ver.
E
nós
lhes
convidamos a
tentar
descobrir
isto.
Um
experimento
realizado no
passado
que
ficou
incompleto
Agora,
desejo
deixar
tudo
isso
por
um
momento
e levá-los a
um
lugar
que
vocês
não
esperam, e o faço
para
lhes
mostrar
algo
importante
sobre
pressupostos. Quero
que
vocês
viajem
comigo ao
passado…
para
um
laboratório
em
Utah. Há
alguns
anos
atrás,
dois
cientistas,
pesquisadores
dos
bons,
físicos
e
químicos,
enfurnados num
porão, encontravam-se
muito
excitados,
mas
muito
entusiasmados
mesmo.
Seus
sobrenomes
eram Ponds e Fleischman.
E
lá
estamos
nós.
Vocês
vêem?
Eles estão
testemunhando
fusão
a
frio,
bem
diante
deles!
Eles estão vendo
os
resultados
e os
remanescentes de
uma
reação
química…
algo
que
demonstra,
pela
sua
própria
presença
em
si,
a
ocorrência
de
fusão
a
frio.
É
algo
que
qualquer
um
saberia,
caso uma
reação de
fusão
a
frio
estivesse verdadeiramente ocorrendo. E
eles a estão observando e
por
isso
estão excitados. E
eles mantiveram
isto
em
segredo.
Eles
não
envolveram
suas
equipes
de
pesquisa,
porque
se consideram os
novos Watson e Crick do
século
XXI. E
eles
serão
aqueles
a
trazer
a
fusão
a
frio
à
Terra,
pois
eles
a estão de
fato observando,
tão
entusiasmados!
E a
única
coisa
desafortunada
nessa
estória é
que
eles
são
as únicas
pessoas
que
jamais
a viram! E
eles a anunciaram
em
seu
zelo,
não
tendo
talvez sido
muito
científicos,
pois
não
refizeram o
experimento
inúmeras
vezes, a
fim
de validá-lo.
Mas
eles
o viram de
forma
tão
clara,
o
que
indicava
que
qualquer
pessoa
poderia
realizar
este
experimento
e
obter
os
mesmos
resultados.
O
problema
é
que
ninguém
obteve os
mesmos
resultados!
E,
assim,
estes
dois
cientistas
foram ridicularizados, e perderam
seus
empregos
e
suas
reputações.
A
comunidade
científica
julgou
que
tudo fosse uma
fraude.
E
hoje
vocês
nem
mesmo
sabem
onde estão
eles,
não
é? E
aqui está uma
informação
que
desejo
passar
a
vocês.
Estes
dois
cientistas
qualificados testemunharam
fusão a
frio
porque
esta
realmente estava
acontecendo.
Mas
na
sala
onde
eles
se encontravam, o
que
não
compreendiam é
que
eles
haviam se colocado a
si
mesmos
numa
caixa
consciencial de
pensamento
científico.
Eles
pensaram
que sabiam
como a
coisa
funcionava, montaram o
experimento
e
então
o viram
funcionar
conforme
esperavam.
Portanto,
eles
sentiram
estar
corretos
com
relação
à estruturação do
experimento
e aos
postulados de
como criá-lo. E
lhes
pareceu
totalmente
inteligível.
Mas
o
que
eles
não
sabiam
era
isto: havia
um
elemento
que
faltava…
mas
que
eles
estavam
ali recebendo “por
acidente”,
sem
o
qual
eles
jamais
teriam testemunhado a
ocorrência
de
fusão
a
frio.
Eles
estavam num
porão,
onde
havia outras
coisas acontecendo e das
quais
eles
não
sabiam.
Agora vou
lhes
dizer
algo
que
em
breve
vocês
verão
nos
noticiários.
No
presente
momento,
os
potenciais
são
tais
que
sua
divulgação
ocorra
dentro de
dois
anos...
talvez
ainda
antes.
Duas
coisas estavam
ocorrendo naquele
laboratório.
Uma delas
era
um
campo
magnético
de
baixa
intensidade,
criada
por
um
transformador
situado no
outro
lado
da
parede,
o
qual
veio
a
ser
removido
depois.
Mas
a
outra
coisa,
o
fator
mais
significativo,
era
a
existência
de várias
oscilações
na
faixa
de
freqüência
dos
megahertz,
geradas
por
um
equipamento
que
nada
tinha
a
ver
com
o
experimento
deles no
porão. Chamem-nas
oscilações
residuais
se quiserem,
mas
lá
estavam
elas, entoando
uma
canção.
E
eles testemunharam
fusão
a
frio,
meus
caros,
porque
fusão
a
frio
requer
ultra-sons.
Quando
vocês
incluírem
ultra-sons
à
química
que
esperam, observem o
que
acontece. E
aqui
vai
minha
dica
para
aqueles
de
mente
científica:
vocês
devem
dispor
de
dois
geradores
ultra-sônicos
para
que
isto
funcione.
Em
outras
palavras,
constituiu uma
anomalia, naquele
porão,
a
existência
destas
freqüências de
oscilação,
chocando-se uma
contra a
outra,
quase
em
uníssono,
embora
não
exatamente,
de
forma
que
remanescentes
de
seu
quase
cancelamento
fossem adicionados à
reação
química,
instruindo-a de
tal
maneira
a
criar
os
resultados
de uma
fusão a
frio.
Alguns
de
vocês
entendem,
bem
agora,
do
que
estou falando, e
alguns o saberão
mais
tarde,
quando
vier a
público
em
seus
noticiários.
Aguardem
atentos
por
isto.
Fusão
a
frio
ultra-sônica.
E,
assim, trouxemos a
vocês
este
episódio,
a
fim
de
exemplificar
as
informações
que
acabamos de
lhes
passar
sobre
o DNA. O DNA
cria
sua
própria
luz,
assim
como
vibrações
na
faixa
de
freqüência
dos
megahertz.
Tais
fatores,
os
quais
não
foram mensurados e
portanto
não
foram
vistos e
reconhecidos
pela
ciência,
desempenham
um
papel
importantíssimo na
comunicação
dos
grupos
de
instruções
no
interior
do RNA…
aqueles noventa e
sete
por
cento
que
a
ciência
deseja
descartar.
Um
Novo
Efeito
do DNA
Esperamos
que
isto
agora
comece a
fazer
sentido,
unindo as
peças do
quebra-cabeças
daquilo
que
alguns de
vocês
vêm vivenciando.
Nos
experimentos
do Dr. Todd Ovokaitys, a
quem
agora
chamamos Yawee,
algo
profundo
foi
descoberto.
Ele
ainda
não
deu
um
nome
a
este
efeito,
então
nós
o faremos.
Quando
vocês
se dirigem de
determinada
maneira
científica
às
células
do
corpo
humano,
especialmente
ao DNA, e
quando as
correlações
são
corretas e a
energia
lhes
é
apropriadamente
entregue,
vocês
obtêm
um
efeito
curativo
maior
que
a
soma
das
partes
da
cura
que
vocês
inicialmente
propuseram ao
corpo.
Considerem o
seguinte
exemplo
e uma
outra
metáfora… Digamos
que
constitui
seu
trabalho
manter
em
movimento
num
campo
de
jogo
uma
bola
de baseball.
Fazer
com
que
ela
continue se movendo
sustenta
sua
própria
vida.
Sozinhos
em
seu
próprio
campo,
cada
um
de
vocês
a
lança
de uma
extremidade à
outra da
quadra,
após
o
quê
caminham
até o
lado
oposto
do
campo
e a atiram de
volta. E
mais
uma
vez
repetem o procedimento,
porque a
bola
deve
continuar
em
movimento
o
mais
freqüentemente
possível,
de
forma
a
sustentar
a
vida.
Admitamos
por
um
momento
que
esta é a
metáfora da
saúde…
manter
a
bola
em
movimento.
Subitamente, vem a se
manifestar
um
processo
que
é interdimensional. O
próprio
campo
de
jogo
começa
a se
modificar...
Trata-se de
um
salto
de
consciência.
E
algo
surpreendente
acontece. Ao
invés de
precisar
lançar
a
bola
através
do
campo
e
caminhar
até
o
outro
lado
para
lançá-la
novamente, andando
e atirando,
vocês
efetuam
um
lançamento
e
algo
invisível
a agarra e
lança de
volta!
Vocês
o fazem uma
vez
mais,
e
outra
coisa
invisível
pega
a
bola
e a atira
para
uma
outra
coisa
invisível,
e
lá
ficam
vocês parados, de
pé,
assistindo à
bola
zunir
ao
redor
do
campo
por
si
só,
gerando
força
vital e
saúde,
muito
além
de
qualquer
coisa
que
vocês
já
pensaram
ser
possível.
Esta é uma
metáfora,
mas
talvez
lhes
ajude a
perceber
o
que
lhes
estamos ensinando
sobre a verdadeira
natureza
do DNA.
Ele está esperando
ser
ativado,
e o
resultado será
maior
que
a
soma
das
partes
da ativação
em
si.
Vocês
lançam uma
bola
em
um
campo
e o
que
vocês
obtêm é
um
milagre. E a
bola
continua se movendo
para
lá
e
para
cá,
pois
no
campo
existe
agora uma
energia
que
nunca
esteve
ali
antes.
Ou
talvez
estivesse,
embora
nunca
haja se manifestado…
até
que
vocês
lançaram a
bola de
um
jeito
levemente
diferente...
Esta
metáfora constitui
o
âmago
das
informações
obtidas
por Yawee,
aquilo
em
quê
ele
realmente
se
encontra
trabalhando, e
que
estava
presente
nos
antigos
Templos
do Rejuvenescimento
em
Lemúria.
Há
mensagens
surgindo do
interior de
sua
própria
estrutura
celular,
como
também
de
fontes
exteriores,
as
quais
contêm
grupos de
instruções
que
afetam a
totalidade
do DNA. Yawee está lançando a
bola de
um
jeito
tal
que
literalmente
está despertando os
grupos de
instruções
que
estiveram
dormentes,
aguardando
para
testemunhar
este
tipo
de
processo…
ou
seja,
quando
vocês obtêm uma
cura
maior
que
a
soma
das
partes
do
processo
curativo.
Quase
como
se
vocês
dessem a
alguém
um
peixe
e
um
pão…
e subitamente surgissem
muitos
peixes
e
muitos
pães.
Visualizaram o
quadro?
Assim,
daremos
um
nome a
este
múltiplo
efeito.
Um
efeito
biológico
que
até
agora
foi
visto
somente
na
pesquisa
de Yawee.
Então,
nós
lhe
daremos,
extra-oficialmente,
o
nome
de “Efeito-Yawee”. [risos]
Mas
este
nome
não
durará
muito
tempo,
pois
a
ciência
certamente
lhe
dará
aquele
tipo de
nome
que
ninguém,
além
dos
próprios
cientistas,
pode
pronunciar.
Mas
vocês
sempre
poderão chamá-lo de Efeito-Yawee, se desejarem.
Vamos
agora
falar
um
pouco
mais
sobre
este
Efeito-Yawee,
pois nele há
mais
que
simples
cura.
Nele existe
mais
que
meros
efeitos
químicos
e biológicos,
por
causa
de
algo
que
lhes
vou
apresentar
nesta
última
parte de
nossa
conversa.
Para
tanto,
preciso
propor-lhes
ainda
outra
metáfora
sobre
o DNA, a
qual espero
que
vocês
entendam e assimilem. De
nossa
parte,
tentaremos expressá-la de
maneira
simples.
A
Metáfora
do
Piano
Imaginem
por
um
momento
que
a
humanidade
descobriu
um
maravilhoso
piano.
Esta é,
então, a
Metáfora do
Piano.
E
este
piano
é chamado DNA.
Este
piano
não
somente
é
um
belo
e
complexo
instrumento,
com
muitas
notas
que
tocam
juntas
e combinam
suas
harmonias,
como
também
algo
a
quê
o
artesão
chamado
Deus conferiu uma
afinação
sonoramente
perfeita.
E,
repetidamente,
este
piano
executa,
por
si
só,
uma
melodia. E esta
melodia é
chamada
Saúde
Humana.
E a
construção
deste
piano vem a
ser
as próprias
camadas
do DNA. E o
músico
que
toca
esta
melodia é chamado
Força
Vital
da
Consciência,
e é o
próprio
Ser
Humano.
E
assim
temos o DNA...
perfeito,
maravilhosamente
gerando
saúde
por
si
mesmo,
expressando-se
através da
consciência
e da
biologia do
Ser
Humano.
E ao
longo de éons
vocês
se engajaram no
estudo do
funcionamento
deste
piano. E
apenas
recentemente
a
Humanidade
pôde
dizer,
“Agora
somos
capazes
de
ver
suas
partes!
Cobrimos
cada
polegada
do
piano,
e sabemos o
que
faz
com
que
ele
funcione. Conhecemos os
sons
que
produz; podemos
percutir
suas
cordas;
conhecemos
suas
propriedades;
sabemos os
nomes
das
notas;
conhecemos o
número
de
cordas;
identificamos
seu
timbre;
e sabemos
como
tocá-lo.”
Entretanto,
observem
que
esta
metáfora
decreve
apenas o
fato de o
genoma
humano
ter
sido mapeado. E a
melodia executada? Trata-se da
genealogia e das
partes do DNA codificadas
por
proteínas.
Agora
considerem a
seguinte
visão:
Vocês
descobriram o
piano, identificaram a
melodia
e conheceram o
pianista. E
agora
vocês
têm
como
realizar
seus
estudos
nesta
forma
estática.
Mas
vocês
resolveram
colocar
este
cenário
numa ‘caixa
consciencial’,
queridos
Humanos!
Vocês
simplesmente
concluíram
que
este
belo
piano,
o DNA,
só pode
tocar
uma
única
melodia...
aquela
que
vocês
acham
que podem
ouvir.
(pausa)
Ridículo,
não
é?
Tal
decisão
da
parte
de
vocês,
em
concluir
que
o DNA
somente
é
capaz
de
tocar
uma
melodia,
baseia-se no
fato de
que
vocês
não
percebem a
existência
de outras, e acham
que
isto
é
tudo
o
que
este
piano
faz o
tempo
todo. E o
pianista?
Vocês
também
acham
que é
sempre o
mesmo
músico…
“Deve
ser,
porque
trata-se da
essência
da
vida,
estática…
e
imutável…”
Permitam-me
dizer
uma
coisa
a
vocês:
O
repertório
de
seu
DNA é ilimitado!
Ele
pode
tocar
melodia
após
melodia
e uma
música
depois da
outra.
E deixem-me contar-lhes
algo
sobre
o
músico:
o
pianista
dispõe de uma
banqueta
bem
comprida.
É
um
convite
para
agregar
outros
pianistas!
E
por
que
não
chamar
seu
Eu
Superior
para
se
juntar
a
vocês?
Ele
faz
realmente
um
ótimo
trabalho
com
as
partes
melodiosas complexas. E
agora
que
dois
de
vocês
estão sentados na
banqueta,
por
que
não
adicionar
um
guia
ou
dois,
ou
talvez
até
mesmo
um
santo
patrono
com
uma
chama
violeta?
Mas
vocês
irão
querer
escutar
tal
música?
“Ah,
não!”
- dirão
vocês. “Pois
isto
é o
que
o DNA faz.
Ele
nada
executa
além
disso.”
Queridos
Seres
Humanos,
a
ciência
de
vocês
consegue
enxergar
a
principal
parte
dele,
mas a rotula de
lixo? O
fato
é
que
aqueles
noventa e
sete
por
cento
estão esperando autorização
para
decolar!
Vocês
possuem o
mais
avançado
avião
a
jato
sobre
a
Terra
e
ninguém
jamais
o viu
fazer
algo
além
de
taxiar
e
correr
pela
pista!
É
hora
de
começar
a
entender
de
quê
são
capazes
estes
outros
noventa e
sete
por
cento.
O DNA responde
não
apenas
à
química
ou
às
invenções
de Yawee.
Não.
Ele
responde à
Consciência
Humana
e responde a
vocês; responde à
oração
e reage à
luz.
O DNA
Humano
é
preparado
para
a
mestria.
Cada
criança
nascida
sobre
a
Terra
possui as
sementes da
mestria.
E é
isso o
que
está acontecendo.
Não
choca
vocês
saber
que
a
ciência
as
vê
como
lixo?
Mas
isso
vai
mudar,
pois
essa é a
verdade.
E,
com
estas
informações,
iremos
encerrar
esta
comunicação. “Kryon,
o
que
podemos
fazer
agora,
antes
que
quaisquer destas
descobertas
sejam
feitas,
de
forma
a
nos
beneficiarmos daquilo
que
você
está
nos
dizendo?”
Meus
queridos,
eu
conheço
vocês.
Vocês
não
se lembram da
última
vez
em
que
efetuaram
sua
transição
para
o
nosso
lado
do
véu,
e retornaram?
Vocês dizem, “Não
nos
lembramos.” E
me
entristece o
coração
que
vocês
não
possam se
lembrar.
Mas
isso
faz
parte
de
ser
um
Humano...
ter
essa
camuflagem
que
lhes
impede de
lembrar.
Mas
vocês
também
me
conhecem. Lembram-se?
Trilhões de
entidades
atravessam o
véu,
em
suporte
à
humanidade.
E
nós
nos
sentamos
com
vocês e seguramos
suas
mãos.
Vocês
são
nossos
irmãos
e irmãs,
vocês
são
eternos,
assim
como
nós.
Vocês
não
nos
vêem, e
muitos
nem
mesmo
nos
sentem.
Alguns duvidam de
que
tal
coisa
pudesse
realmente
existir.
Para
muitos,
nem
existimos.
Sim,
existimos
fora
de
sua
realidade,
mas
vocês,
vistos
do
nosso
lado,
são
Família.
E
não
há
maior
amor
que
este.
E vamos dizê-lo
novamente:
O
Deus
que
criou o
universo...
grande o
suficiente
para
testemunhar
o nascimento e o
fim
de multiversos, é
ainda
pequeno
o
suficiente
para
viver
nos
corações
de
vocês.
Vocês
são
os
amantes
de
Gaia;
vocês
são
os
amantes
do
universo.
A
Humanidade
é
assim
e,
contudo,
aqui
se sentam
vocês, e
alguns
divagam: “Quando
esta
palestra
vai
terminar?
Tenho
coisas
para
fazer.”
Mas
nenhum
julgamento
existe
sobre essas
coisas, e
algum
dia
vocês
saberão
que o
que
eu
falo
é
preciso
e
verdadeiro.
O que vocês
podem fazer? Por que vocês não tomam a mão de seu Eu-Superior bem agora?
Vocês não precisam se associar a coisa alguma. Vocês nada precisam ler.
Simplesmente se aquietem e saibam que vocês são Deus. E então preparem-se
para a expansão. Que seja algo que lhes pertença pelo resto de suas vidas.
Não se trata de algo que se torna melhor ou pior... simplesmente é. E uma
vez que esta expansão se inicia, é difícil voltar atrás. Passo a passo,
vocês verão sua magnificência. Parece fácil demais, não é? Que vocês
possam, a qualquer momento, verdadeiramente “vê-la”? Mas é assim que as
coisas são, e este tem sido nosso ensinamento ao longo de muitos anos,
algo que também está no âmago dos ensinamentos dos mestres mais populares
do planeta: o fato de que vocês podem controlar a natureza, sem ter que
recorrer a um manual de instruções, ou conclamar os próprios elementos da
Terra, sem nada precisar estudar primeiro. E isto somente é possível,
porque todos vocês são conectados a eles de maneira tal, que só podemos
tentar descrever... milagres para vocês, e normalidade para nós.
Que as
condições anômalas de saúde, com as quais vocês chegaram até aqui, sejam
curadas. Nós sabemos quem vocês são! Que aquelas coisas em seus corpos, as
quais não são apropriadas para vocês, sejam removidas, por causa de seus
novos pensamentos e de seu DNA expandido. Vocês estão no comando de tudo,
portanto não mais se permitam serem controlados. Que esta cura seja
perfeita, verdadeira e permanente, neste instante. E que assim seja, pois
nesta sala a mestria está presente, bem como nos olhos dos leitores.
E assim é!
Kryon
Texto traduzido
para
o
português
por
Estêvão Veríssimo
email:
evdds@yahoo.com
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